Passou a Micareta, está chegando a época dos festejos juninos – logo mais o forró vira a trilha sonora do feirense – e, em junho, também acontece a Copa do Mundo, que pode levar o futebol brasileiro a se redimir do vexame doméstico de 2014. Mais adiante acontecem as eleições gerais – de presidente da República a deputado estadual – quando, espera-se, os ânimos comecem a serenar. A agenda do ano é intensa, mas para o agricultor familiar da Feira de Santana e das cercanias, há outro marco igualmente importante. São as chuvas que começaram a cair nos primeiros dias de abril. A estação seca se estendeu desde meados de setembro, quando as providenciais garoas que permitiram uma colheita farta no inverno passado cessaram. Ficou a tensa expectativa sobre as trovoadas – que ajudam no armazenamento da água que serve aos animais, ao plantio e até mesmo ao consumo humano – que não se precipitaram com a intensidade desejada no verão. Por aqui, os primeiros meses do ano foram de expectativa: t...