O ano de 2015 em Feira de Santana começa com tensa expectativa em relação ao sistema de transporte público. Razões não faltam: além da arrastada novela que envolve a implantação do chamado BRT – sigla em inglês para Bus Rapid Transit – a crise ganhou contornos ainda mais dramáticos com a justa greve decretada, às vésperas de Natal, pelos rodoviários feirenses, insatisfeitos com o atraso no pagamento do salário mensal e do décimo terceiro salário, além do recolhimento do FGTS. Naqueles dois dias de movimento frenético no comércio feirense, o trânsito se tornou ainda mais caótico que o habitual. Incontáveis engarrafamentos sucederam-se não apenas nas vias tradicionalmente de maior circulação, mas também nas cercanias do centro da cidade. O frenesi não estava relacionado apenas às compras natalinas, mas também à ansiedade de encontrar alternativas de voltar pra casa. A multiplici...