As crises política e econômica que abalroaram Dilma Rousseff (PT) logo nos primeiros dias deste seu segundo mandato varreram do noticiário as especulações sobre a corrida sucessória nos municípios brasileiros, que acontece já em meados de 2016. Pudera: a debacle econômica, a infindável série de desastradas manobras políticas e a virulência de um segmento hidrófobo da oposição ocupam todas as manchetes desde os primeiros dias de janeiro. A própria permanência da presidente no cargo é um mistério que só vai se revelar, pelo visto, mais adiante. Apesar da bruma densa que encobre o cenário político, paradoxalmente algumas certezas já se descortinaram para o processo eleitoral do próximo ano, pelo menos na visão de quem freque...