Desde que começou a vacinação contra a Covid-19 na Feira de Santana que os feirenses estão abandonando as máscaras. Até há pouco havia os recalcitrantes, os inconformados, os distraídos e os acólitos de Jair Bolsonaro, o “mito”, que se recusavam a usar a proteção. Eram minoria, boa parte da população vinha se protegendo, evitando a propagação do vírus. Nos últimos dias percebe-se que o jogo virou. Raro é encontrar quem usa o equipamento. Tudo indica que virão problemas pela frente. A vacinação, por enquanto, vai acontecer a conta-gotas. O Brasil só dispõe da “vacina chinesa do Dória” – era assim que o “mito” se referia à Coronavac – e a imunização em larga escala, ao que tudo indica, vai demorar. Talvez até junho os grupos prioritários estejam vacinados – é uma projeção otimista que se vê aí na praça – e não faz sentido, portanto, abandonar as máscaras, achando que a pandemia chegou ao fim. O pior de tudo é que – ao que tudo indica – a variante amazonense logo vai chegar aqui. Mais...